quarta-feira, 15 de julho de 2009

2º - O Amor.

A um curto de espaço de tempo que me encontro agora, conheci um lugar que muito despertou meu interesse. Me confirmou como muito a gente reclama e não percebe o quanto somos um tanto "ingratos". Dentro deste lugar existia outro lugar menor, com muita areia, bois, pessoas vestindo roupas engraçadas, cintos com pedaços de metais grandes, barracas, parecia uma grande festa e a alegria das outras pessoas ao assistirem aquilo.
O que mais despertou a minha curiosidade foi como que pessoas vivendo com tão poucos afazeres, conseguiam ser mais felizes do que as pessoas que moram no mundo "civilizado"? Sem tantas tralhas eletrônicas, sem tantas preocupações, bens materiais, etc.. apenas grama, música boa, comida farta e sorrisos naqueles rostos. A questão é que as pessoas que praticamente não tem "nada" no nosso conceito são as que mais tem, até mais que "nós". Bom, sai de lá sem entender como isso era possível, mas tive uma experiência que talvez explique o porque disso tudo.
Nesta festa havia de tudo, primeiro bois pulando, pessoas caindo, palhaços brincando e pessoas sorrindo, depois de um tempo começou uma tal cantoria de duas pessoas com violões na mão e voz grossa e fina. Eu como de costume estava acompanhado pela mais bela das mulheres, a minha é claro. Nós ao som daquela dupla, naquele lugar, uma coisa que contagia, que não dá simplesmente pra controlar, explicar já é dificil. Sei que poderia ter acontecido todas as coisas em volta, mais naquele momento não teria como tirar toda a felicidade que nos contagiava. Todos os pensamentos livres, todo o sentimento, tudo bem ali, era como se ao que nós, pessoas comuns, chamamos de felicidade estivesse bem na minha frente, e concerteza estava e ainda está. Foi dai mais ou menos que tirei a minha conclusão do porque aqueles "caipiras" eram mais felizes do que nós. Porque de todas as coisas que se pode ter nesse mundo, eles sabem dar valor ao que realmente lhes fazem bem.


Ded:
Jenifer dos Santos Gonçalves


MVGM ' Couto.

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