Partimos daquela idéia clássica que pelo menos 82% da população se enquadra acreditando que todos são melhores que os próprios. Uns dizem que é sorte, outros destinos, outros acreditam por acreditar... mais talvez a verdade esteja em uma outra forma de pensamento, uma que vai além da nossa compreensão, menos, uma que a gente bloqueia e não acredita, como diz o ditado, "falar pouco, fazer muito". Se pararmos pra pensar quantas oportunidades deixamos pra trás, vamos ver que foram muitas e se ficarmos nesse pensamento do que passou, deixaremos passarem outras que lamentaremos mais pra frente. A cada 10 palavras que a gente fala, pelo menos 20 acho que são negativas, coisas do tipo "ai se eu pudesse", "ai se eu tivesse", "ai se eu quizesse", o "se eu" em todos os lugares. Cada um tem suas habilidades, suas carateristicas únicas, cada pessoa tem seu diferencial em seu universo, seja esse criado pelo pânico e a baixa moral que a sociedade aplica no dia-a-dia ou no nosso próprio universo, o universo paralelo que nós criamos dentro de si mesmos. Acho que cada um tem que a agir da maneira que acha certa, independentemente do que todos julgam certo ou errado desde que você não atrapalhe um outro alguém em seu plano, ajudar as pessoas com as coisas que elas precisam pode aumentar o seu ego sem ter nada o que esperar desta pessoa. Fazer o bem sem esperar nada em troca, faz tempo que a humanidade não se depara com esse tipo de atitude. Se você for o que quer ser e o que pode ser, reconhecendo cada passo e dando um de cada vez de cabeça baixa pra não tropeçar, quem dá mais do que um passo olhando pra cima, sempre cai. Desde que atitudes que nos façam quem somos e o que queremos ser, sem perder nossa dignidade, nosso ego pessoal, a essência que nos faz sermos únicos e o que somos realmente por trás das caras e bocas do dia-a-dia são válidas. Para cada vontade pense no que já foi conquistado, para cada conquista a valorização merecida, talvez essa seja a receita para que o que desejamos ser, seja o que nós queremos e podemos ser.
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